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30 de set de 2010

Medina concede entrevista ao Sindppd/RS

O Sindppd/RS (Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados do RS) entrevistou candidatos ao governo do RS sobre políticas para a Procergs e seus trabalhadores e também para o setor de Tecnologia da Informação (TI). Confira!
Para contribuir no debate das eleições, o Sindppd/RS pautou, junto aos candidatos ao governo do RS, políticas para o setor de TI gaúcho e para a Procergs, a empresa pública dos gaúchos. Foram tema das questões projetos para o setor de TI, o papel da Procergs, as PPPs (parcerias público-privadas) e o corte do ponto dos funcionários públicos que fizeram greve e paralisações.

1) Quais são os projetos da sua candidatura para o setor de TI (Tecnologia da Informação) gaúcho?

Aroldo Medina - Inteligência administrativa. Esse é o lema de nossa proposta de governo. Isso quer dizer que as ações de governo passarão necessariamente por investimentos na área de Tecnologia da Informação. Com a informatização de processos, worflow, dataware house, e ferramentas de análise e tomada de decisão.

2) Que papel a Procergs, empresa pública do estado, terá no seu governo? Existe proposta de investimentos e projetos nesta empresa?

Aroldo Medina -
A Procergs é peça fundamental nesse processo. É lá que devem estar seguras as informações do Estado, seus bancos de dados e sistemas que devem atender aos gaúchos de maneira integrada e interativa. A Procergs será o cérebro eletrônico do RS. Para isso, cursos de atualização para funcionários, atualização tecnológica e ampliação de seus quadros são fundamentais.

3) A Procergs está atrelada a um decreto que permite à empresa ter um número máximo de 965 funcionários. Os trabalhadores sentem no dia-a-dia que esta quantia é insuficiente, o que faz com que serviços sejam terceirizados. Na sua proposta para a Procergs, como seria resolvido esse problema?

Aroldo Medina -
Revoga-se o decreto e institui-se novo concurso. Alguns serviços, no período de transição, ainda poderão ser realizados por terceiros. Contudo, a empresa é um ente do Estado e, como tal, deve ter funcionários do Estado.

4) Fará uso das das Parcerias Pública Privadas?

Aroldo Medina -
Sim. De maneira fiscalizada e com transparência, na medida em que o Estado não tenha capacidade imediata para atender as demandas dos cidadãos.

5) Os salários na Procergs estão defesados em relação a outras empresas públicas de TI. Como será a política salarial para os trabalhadores das empresas públicas?

Aroldo Medina -
A Procergs possui um quadro de planos e carreiras que deve ser respeitados, qualquer ação que implique aumento salarial deve respeitar esse quadro. A equiparação se dará após serem consultado o mercado, a capacidade de pagamento e a possível ampliação no número de funcionários. Sempre ouvindo seus funcionários e órgãos sindicais e dirigente.

6) Diversas categorias nacionais de trabalhadores fizeram greve recentemente e realizaram acordo para compensar os dias parados. No entanto, a direção do Serpro (estatal federal), que é na sua maioria oriunda do nosso estado, quer descontar em pecúnia os dias de greve. Somente no RS, a empresa tem mais de 500 trabalhadores. Como o candidato lidará com essas questão dos dias de greve nas empresas do Estado? Qual a sua posição sobre mediar esse tipo de problema quando instado para tal situação?

Aroldo Medina -
Com diálogo. Não deixaremos que funcionários e governo entrem em guerra. Somos contra o corte de ponto e não acreditamos que as situações envolvendo funcionários do Estado cheguem a esse ponto.

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