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30 de set de 2013

PRP/Passo Fundo comemora crescimento

Professor Facco*
A Comissão Provisória Municipal do Partido Republicano Progressista (PRP) de Passo Fundo comemora expressivo crescimento nos últimos meses. A sigla, que desde o mês de maio é presidida pelo ex-candidato a vereador Professor Ademilson Facco, antes disso, possuía apenas uma comissão provisória e 5 filiados. Ao encerrar o mês de setembro, o presidente contabiliza a filiação de aproximadamente 40 nomes. Segundo Professor Facco, o trabalho de filiação foi priorizado, para que o PRP tivesse um número de colaboradores razoável e de qualidade, visando às eleições gerais de 2014, onde o partido em Passo Fundo lançará candidaturas a deputado estadual e federal. Ainda segundo Facco, outros nomes devem juntar-se à sigla, já que o trabalho de filiação não possui prazo para encerrar. O PRP torna-se uma alternativa para aqueles que desejam uma boa política, praticada com respeito a coisa pública e decência.

*Presidente do PRP Passo Fundo

28 de set de 2013

Lançamento do Partido Republicano Progressista em Alvorada

Sob a direção do publicitário Enor Francisco da Silva, o PRP em Alvorada convida você e sua família a participar de um jantar de confraternização no dia 26 de outubro, sábado, com início às 21h. O evento será realizado no CTG Campeiros do Sul, Av. Maringá, 710, bairro Maringá, em Alvorada.

Para o presidente estadual da sigla, Sergio Sparta, “é uma boa ocasião para difundir as ideias partidárias e nos fortalecermos como uma opção para os gaúchos”, disse, “devemos prestigiar os nossos novos peerrepistas”.

O cardápio será galeto, arroz e saladas de maionese e verde, ao custo de R$ 20 individualmente e R$ 30 para casais. Crianças até seis anos não pagam, e de sete a 14, R$ 10. Durante a noite haverá, também, a apresentação do grupo tradicionalista Balanço Campeiro.

Adquira seu ingresso com:
Ruama – (51) 3447-2490 / 8506-9203 / ruama.correa.eti5@gmail.com
Enor – (51) 8943-2774 / 8497-2229 / prp44alvorada@gmail.com

Diretoria do PRP em Alvorada 



24 de set de 2013

PENSAMENTOS DO PAPA FRANCISCO*

Começa a circular a transcrição de uma entrevista feita com o atual Papa quando ele era o então cardeal Bergoglio, na Argentina. Na realidade foi uma emboscada realizada pelo jornalista Chris Mathews da MSNBC, mas Bergolio encurralou Mathews de tal forma que a entrevista nunca foi ao ar, porque, ao perceber que seu plano havia falhado, Mathews arquivou o vídeo.
Porém, um estudante de Notre Dame, que prestava serviços sociais na MSNBC, apoderou-se dele e o deu para seu professor.
O DESTAQUE DA ENTREVISTA É A DISCUSSÃO SOBRE A POBREZA.
- A entrevista começou quando o jornalista, tentando embaraçar o Cardeal, perguntou-lhe o que ele pensava sobre a pobreza no mundo.
- O cardeal respondeu:
- Primeiro na Europa e agora nas Américas, alguns políticos têm se dedicado a endividar as pessoas, fazendo com que fiquem dependentes. E para quê? Para aumentar o seu poder. Eles são grandes especialistas em criação de pobreza e isso ninguém questiona. Eu me esforço para lutar contra esta pobreza. A pobreza tornou-se algo natural e isso é ruim. Minha tarefa é evitar o agravamento de tal condição. As ideologias que produzem a pobreza devem ser denunciadas. A educação é a grande solução para o problema. Devemos ensinar as pessoas como salvar sua alma, mas ensinar-lhes também a evitar a pobreza e a não permitir que o governo os conduza a esse estado lastimável.
Mathews ofendido pergunta:
- O senhor culpa o governo?
- Eu culpo os políticos que buscam seus próprios interesses. Você e seus amigos são socialistas. Vocês (socialistas) e suas políticas, são a causa de 70 anos de miséria, e são culpados de levar muitos países à beira do colapso. Vocês acreditam na redistribuição, que é uma das razões para a pobreza. Vocês querem nacionalizar o universo para poder controlar todas as atividades humanas. Vocês destroem o incentivo do homem, até mesmo para cuidar de sua família, o que é um crime contra a natureza e contra Deus. Esta vossa ideologia cria mais pobres do que todas as empresas que vocês classificam de diabólicas.
Replica Mathews:
- Eu nunca tinha ouvido nada parecido de um cardeal.
- As pessoas dominadas pelos socialistas precisam saber: não têm que ser pobres.
Ataca Mathews:
- E a América Latina? O senhor quer negar o progresso conseguido?
- O império da dependência foi criado na Venezuela por Hugo Chávez, com falsas promessas e mentindo para que se ajoelhem diante de seu governo. Dando peixe ao povo, sem lhes permitir pescar. Se na América Latina alguém aprende a pescar é punido e seus peixes são confiscados pelos socialistas. A liberdade é castigada. Você fala de progresso e eu falo de pobreza. Temo pela América Latina. Toda a região está controlada por um bloco de regimes socialistas, como Cuba, Argentina, Equador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua. Quem vai salvá-los (a América Latina) dessa tirania?
Acusa Mathews:
- O senhor é um capitalista
- Se pensarmos que o capital é necessário para construir fábricas, escolas, hospitais, igrejas, talvez eu seja capitalista. Você se opõe a este raciocínio?
- Claro que não, mas o senhor não acha que o capital é retirado do povo pelas corporações abusivas?
- Não, eu acho que as pessoas, através de suas escolhas econômicas, devem decidir que parte do seu capital vai para esses projetos. O uso do capital deve ser voluntário. Só quando os políticos se apropriam (confiscam) esse  capital para construir obras públicas e para alimentar a burocracia é que surge um problema grave. O capital investido voluntariamente é legítimo, mas o que é investido com base na coerção é ilegítimo.
- Suas idéias são radicais, diz o jornalista.
- Não. Há anos Khrushchev advertiu: "Não devemos esperar que os americanos abracem o comunismo, mas podemos ajudar os seus líderes com injeções de socialismo, até que, ao acordar, eles percebam que abraçaram o  comunismo". Isto está acontecendo agora mesmo no antigo bastião da liberdade. Como os EUA poderão salvar a América Latina, se eles próprios se tornarem escravos de seu governo?
Mathews diz:
- Eu não consigo digerir (aceitar) tal pensamento.
O cardeal respondeu:
- Você está muito irritado porque a verdade pode ser dolorosa. Vocês (os socialistas) criaram o estado de bem-estar que consiste apenas em atender às necessidades dos pobres, pobres esses que foram criados por vocês mesmos, com a vossa política. O estado interventor retira da sociedade, a sua responsabilidade. Graças ao estado assistencialista, as famílias deixam de cumprir seus deveres para obterem o seu bem-estar, incluindo as igrejas. As pessoas já não praticam mais a caridade e vêem os pobres como um problema de governo. Para a igreja já não há pobres a ajudar, porque foram empobrecidos permanentemente e agora são propriedade dos políticos. E algo que me irrita profundamente, é o fato dos meios de comunicação observar o problema sem conseguir analisar o que o causa. O povo empobrece e logo em seguida, vota em quem os afundou na pobreza.

*Entrevista atribuída ao Papa Francisco. 

18 de set de 2013

Por que PRP?¹

Ovasco Resende²

Um milhão e meio de eleitores deixaram suas casas em 7 de outubro para votar em candidatos a vereador do PRP. Parece pouco, mas a votação representa a lotação completa de 4.440 aviões Boeing 747-100. Chegamos a 2012 com 213 mil filiados. Precisaríamos de 600 aviões da mesma marca e modelo para transportar nossos filiados. Isto é um patrimônio político-partidário invejável.

O PRP entende que toda família brasileira necessita de um teto para se abrigar e viver: Que todo brasileiro tem direito a refeições dignas diariamente; as crianças têm direito a escola gratuita de qualidade e os jovens devem ter acesso aos cursos profissionalizantes e superiores. A família deve ser amparada com boa rede de saúde pública, atendimento médico exemplar e assistência social real e rápida. Nossos idosos necessitam de proteção e reconhecimento, assim como os jovens precisam de empregos e renda para custear seus estudos e iniciar uma vida familiar. 

É nesse trabalho que o PRP acredita. Em pessoas que tem sede de aprender, pessoas que querem vencer e fazer um trabalho diferente e prestar serviços reais e verdadeiros à sua comunidade.

O PRP aposta em gente assim para engrossar suas fileiras. Queremos como nossos filiados gente do povo, gente honesta, gente que ainda é capaz de sonhar e lutar por um mundo melhor, por um País mais justo e mais perfeito. 

O PRP quer uma nação republicana capaz de distribuir melhor as rendas nacionais e garantir a todos o acesso aos bens materiais e imateriais que formam a riqueza do nosso Brasil.

Venha para o PRP. Estamos de braços abertos a te esperar.

¹ Texto veiculado pela Revista Republicana em dezembro de 2012.
² Presidente Nacional do Partido Republicano Progressista (PRP).

9 de set de 2013

Carta endereçada pelo Clube Naval ao Presidente das Organizações Globo

Paulo Frederico Soriano Dobbin*

No início de 1964 o Brasil estava à beira do abismo. Uma inflação galopante e um governo fraco, em sua maioria, composto de radicais de esquerda que estimulavam e instigavam a indisciplina nas Forças Armadas para, assim, tentar vergar sua coluna vertebral, sempre apoiada no binômio hierarquia e disciplina, pilares constitucionais de sua base organizacional.  
      
Caminhávamos, celeremente para nos tornar uma república sindical.

Todo esse processo de deliberada instalação do caos no país, debilitando seu Poder Militar e as instituições civis, certamente se encontram nos arquivos desse jornal, como de toda a imprensa da época. São inúmeros os registros dos episódios protagonizados pelo governo e que antecedem a março de 1964, como a Revolta dos Sargentos de Brasília, a reunião do presidente da República com praças das Forças Armadas e Auxiliares no Automóvel Clube, a amotinação de cabos e marinheiros no Sindicato dos Metalúrgicos e muitos outros graves episódios.

Havia, sim, uma revolução em marcha. Aquela que, em pleno panorama bipolar e irracional “Leste-Oeste”, queria fazer triunfar, no Brasil, como já ocorrera em outros países, o regime do partido único, da única verdade, da imprensa única. Enfim, do obscurantismo, também único.

Em contrapartida a essa situação, nascida no seio da sociedade civil, também se  pôs em marcha uma contrarrevolução, imediatamente apoiada pelos militares. Heroicamente comandada pelas mulheres brasileiras, a sociedade, aos milhares, fez-se às ruas em defesa da democracia.

Os homens de bem deste país não podiam ficar alheios ao clamor. Toda a grande Imprensa, a Igreja, a OAB, a ABI, políticos e outras significantes instituições aderiram, na primeira hora, ao contragolpe brasileiro.

Cumpre-me registrar, orgulhoso, que naqueles dias de mares encapelados, este clube foi sede da resistência, um quartel-general onde destemidos oficiais se uniram para manter erguida a bandeira da liberdade.
Tudo isso, senhor presidente, está fartamente documentado no novo sítio eletrônico dessa portentosa organização.

E, passado quase meio século daqueles dias, vem agora o jornal confessar que cometeu um erro. Essa nova postura editorial nos leva a refletir, perplexos, que a pena de Roberto Marinho deveria, pois, ter apoiado o estado de coisas de então. Inimaginável. 

Trata-se, portanto, de um mea culpa decepcionante para a memória dos que acompanharam aqueles dramáticos episódios da vida nacional. Em vez de erro, seria mais aceitável assumir eventuais divergências com os rumos que o movimento de 64 tomou, segundo o entendimento do jornal. 

Ledo engano acreditar que, assim procedendo, estão as Organizações Globo seguindo a vontade da Nação. Esta, por certo, nunca renegou seus valores morais e sua tradição cultural. Jamais correu atrás de grupos minoritários, escandalosamente estrepitosos e detentores de subfilosofias de alta rotatividade, sempre ao sabor dos eventuais donos do poder. Longe disso, a esmagadora maioria da sociedade deseja ordem, decência, prosperidade e coerência. 

E é por isso, senhor Presidente, que as Forças Armadas da nação brasileira, cujo nascimento coincide com o alvorecer da própria Pátria, continuam, desde sempre, a liderar pesquisas de opinião sobre a credibilidade das instituições nacionais. Não têm do que se arrepender.

Sabemos ser possível mudar de nome, de nacionalidade, de clube, até de sexo. 

Mas, é impossível mudar a História.

*Vice-Almirante (Ref-FN) - Presidente

6 de set de 2013

EQUÍVOCO, UMA OVA!

Gen Div Clóvis Purper Bandeira*  

Numa mudança de posição drástica, o jornal O Globo acaba de denunciar seu apoio histórico à Revolução de 1964. Alega, como justificativa para renegar sua posição de décadas, que se tratou de um “equívoco redacional”.

Dos grandes jornais existentes à época, o único sobrevivente carioca como mídia diária impressa é O Globo. Depositário de artigos que relatam a história da cidade, do país e do mundo por mais de oitenta anos, acaba de lançar um portal na Internet com todas as edições digitalizadas, o que facilita sobremaneira a pesquisa de sua visão da história.

Pouca gente tinha paciência e tempo para buscar nas coleções das bibliotecas, muitas vezes incompletas, os artigos do passado. Agora, porém, com a facilidade de poder pesquisar em casa ou no trabalho, por meio do portal eletrônico, muitos puderam ler o que foi publicado na década de 60 pelo jornalão, e por certo ficaram surpresos pelo apoio irrestrito e entusiasta que o mesmo prestou à derrubada do governo Goulart e aos governos dos militares. Nisso, aliás, era acompanhado pela grande maioria da população e dos órgãos de imprensa.

Pressionado pelo poder político e econômico do governo, sob a constante ameaça do “controle social da mídia” – no jargão politicamente correto que encobre as diversas tentativas petistas de censurar a imprensa – o periódico sucumbiu e renega, hoje, o que defendeu ardorosamente ontem.

Alega, assim, que sua posição naqueles dias difíceis foi resultado de um equívoco da redação, talvez desorientada pela rapidez dos acontecimentos e pela variedade de versões que corriam sobre a situação do país.

Dupla mentira: em primeiro lugar, o apoio ao Movimento de 64 ocorreu antes, durante e por muito tempo depois da deposição de Jango; em segundo lugar, não se trata de posição equivocada “da redação”, mas de posicionamento político firmemente defendido por seu proprietário, diretor e redator chefe, Roberto Marinho, como comprovam as edições da época; em segundo lugar, não foi, também, como fica insinuado, uma posição passageira revista depois de curto período de engano, pois dez anos depois da revolução, na edição de 31 de março de 1974, em editorial de primeira página, o jornal publica derramados elogios ao Movimento; e em 7 de abril de 1984, vinte anos passados, Roberto Marinho publicou editorial assinado, na primeira página, intitulado “Julgamento da Revolução”, cuja leitura não deixa dúvida sobre a adesão e firme participação do jornal nos acontecimentos de 1964 e nas décadas seguintes.

Declarar agora que se tratou de um “equívoco da redação” é mentira deslavada.

Equívoco, uma ova! Trata-se de revisionismo, adesismo e covardia do último grande jornal carioca.

Nossos pêsames aos leitores.
                                                                                                         
*Assessor da Presidência 

5 de set de 2013

PRP Nacional reúne presidentes estaduais

O presidente do Partido Republicano Progressista no Rio Grande do Sul, Sergio Sparta, participou, no dia 31 de agosto, em Brasília, do Encontro de Presidentes Estaduais do PRP. Os 26 dirigentes estaduais atenderam à convocação do presidente nacional do partido, Ovasco Resende, juntamente com o deputado federal Francisco Vieira Sampaio (PRP/RR). Os assuntos abordados durante o evento foram:

Eleições 2014 – O partido orientou suas estaduais a priorizarem a candidatura para Câmara Federal.

Alterações estatutárias – Aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral, as alterações tratam, entre outros aspectos, da fidelidade partidária, que visa coibir o uso indevido da legenda e evita que o PRP torne-se mais um “partido de aluguel”.

Reforma Política – Foram feitas considerações sobre as propostas existentes no Congresso. A possibilidade de serem aprovadas para as próximas eleições é pequena. 

Presidente Sergio Sparta fala sobre a condução do PRP no Rio Grande do Sul


2 de set de 2013

Voto secreto, indiferença explícita, por Clei Moraes*

Estou me lixando para a opinião pública. Não por acaso, o parlamentar gaúcho que talhou essa máxima nos anais da Câmara dos Deputados foi o mesmo a articular em plenário a manutenção do mandato do deputado presidiário.

Na última quarta, em uma decisão contrária à expectativa dessa mesma opinião pública, com votação secreta, frise-se, os deputados mantiveram as prerrogativas de mandato de um de seus pares, Natan Donadon, condenado em última instância pelo Supremo Tribunal Federal e preso no complexo da Papuda, no Distrito Federal.

A “absolvição”, independentemente de ausências, abstenções e representações oficiais da Casa, abre precedente para que os já condenados mensaleiros tenham mantidos seus mandatos se a decisão, mais uma vez, couber ao plenário.

Nesse tipo de situação, o grande vilão é o voto secreto, defendido por alguns com o argumento de não serem influenciados em seus posicionamentos ou para que não haja retaliações e influências externas à integridade de sua representatividade.

A pergunta que fica é: como votou o parlamentar que eu elegi? Não se sabe, a votação é feita com base em uma regra constitucional que determina que esse voto seja feito de maneira secreta.

No Brasil, o voto secreto surgiu para coibir a compra de votos dos eleitores, também para impedir o “voto a cabresto” e os currais eleitorais dos chamados coronéis, que obrigavam eleitores a votar em candidatos de sua preferência política, pois aqueles detinham, além do poder opressor de variada espécie, também o poder econômico.

Dadas as devidas origens dos fatos, surge outro questionamento: quem são os coronéis de hoje em dia? Também não se sabe. Por mais diversos interesses, há algumas curiosidades renitentes quando as votações passam de nominais a secretas.

A mais explícita é: quem votou em defesa do condenado? E mais: onde estavam e o que faziam os parlamentares que se abstiveram ou se ausentaram, já que deveriam estar votando? Nesse caso, havia algo mais importante em andamento que a cassação de um colega?

Não só nos gastos e salários deve haver transparência, se faz necessária também no “fio de bigode” e nas relações políticas entre poderes e sociedade. É condição de quem elege saber como vota o eleito para que sua representatividade seja autêntica.

Do contrário, antes que se volte às ruas, a democracia direta terá que fazer parte de nosso cotidiano. A Câmara dos Deputados deve cumprir seu papel e aprovar uma das propostas pelo fim do voto secreto que já tramitam na Casa.
*POLITÓLOGO

ZERO HORA - Porto Alegre, 30 de agosto de 2013.

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