18 de abr. de 2014
7 de abr. de 2014
REALIZADA A PRIMEIRA REUNIÃO ORDINÁRIA ESTADUAL DO PRP RS.
A Nova Executiva da Comissão Estadual do PRP-RS realizou, neste sábado,
dia 05, sua primeira Reunião Ordinária. Estiveram presentes os Membros efetivos
e Presidentes de Comissões Municipais.
Foram discutidos assuntos referentes:
a) Apresentar a nova Comissão Provisória
Estadual
b) Apresentações das Executivas
Municipais;
c) Ações Administrativas;
d) Ações Operacionais;
e) Ações Políticas.
f) Planejamento e sugestão de pré-candidatos
as eleições de 2014.
g) A contribuição partidária, comissões
provisórias e resoluções.
h) Assuntos Gerais.
Ao final, a Executiva que comentou sobre a importância na trajetória do
partido, além de assuntos referentes à pré-convenção nacional do partido que
acontecerá nos próximos dias.
O Presidente José Peixoto da Estadual destacou, ainda, as conquistas do
PRP e ressaltou a eficiência de Administrar o Partido é que está se
encaminhando para inovar o Plano de lançar novas Comissões em todo o Estado e
lançar novos pré-candidatos.
O encontro aconteceu em uma Churrascaria Galpão Santa Fé, no município
de Gravataí, RS. Após o encontro, tivemos o privilégio de saborear o almoço
servido e refletir os assuntos tratados.
9 de mar. de 2014
EMPOSSADO A NOVA EXECUTIVA ESTADUAL DO PRP RIO GRANDE DO SUL
Aos
06 dias do mês de Março do ano de dois mil e quatorze (2014), foi empossado o novo Presidente da Comissão Provisória
Estadual do Rio Grande do Sul do Partido
Republicano Progressista – PRP, o Senhor Presidente da Nacional Sr. OVASCO ROMA ALTIMARI RESENDE
empossou para a Presidência desta Executiva Estadual do PRP, o Senhor JOSÉ MARIA DUARTE PEIXOTO, sem que fosse apresentada qualquer
impugnação constatou-se que a única e eleita composição se mantivesse ou
alterasse, atingido plenamente o quorum legal. Em conseqüência, proclamou eleitos e automaticamente empossados, para o Diretório Estadual do PRP – RS. Cumprida esta parte, o Senhor Presidente empossado convocou os eleitos a se reunirem nesta mesma data e local, para a assinatura da Comissão Executiva Estadual e seus Suplentes.
23 de fev. de 2014
Aqueles que pretendem se lançar candidatos a presidente da República, vice-presidente, governador, vice-governador, senador e deputado federal, estadual ou distrital nas Eleições Gerais 2014 precisam estar atentos aos prazos de desincompatibilização para disputar o pleito. Caso contrário, serão considerados inelegíveis, de acordo com a Lei Complementar nº 64/1990 (Lei de Inelegibilidades).
Os magistrados, defensores públicos, secretários estaduais, ministros de Estado e militares, em geral, que pretendem concorrer em outubro deste ano devem sair de suas funções seis meses antes das eleições, ou seja, até o dia 5 de abril.
Esse mesmo prazo é válido para membros do Tribunal de Contas da União, dos Estados e do Distrito Federal, de empresas públicas (presidente, diretor, superintendente, dirigente) e entidades mantidas pelo poder público (dirigente, administrador, representante), além de dirigentes de fundações públicas em geral.
Em 5 de junho, quatro meses antes das eleições gerais, deverão deixar seus postos dirigentes, administradores ou representantes de entidades de classe, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e dirigentes sindicais.
A três meses do pleito, ou seja, 5 de julho, quem deve se afastar dos respectivos cargos são os servidores públicos em geral, estatutários ou não, dos órgãos da administração direta ou indireta da União, Estados, Distrito Federal e municípios.
Servidores da Justiça Eleitoral não podem ser filiados a partidos políticos e por essa razão precisam se afastar do cargo um ano antes do pleito para, assim, poderem se filiar, mas se quiserem concorrer a algum mandato não poderão voltar aos seus cargos efetivos.
Os parlamentares que querem concorrer à reeleição ou a outro cargo, não precisam sair do Congresso Nacional e nem das assembleias legislativas, bem como o presidente da República.
Já o governador que pleiteia cargos de deputado federal, estadual ou distrital, senador e presidente do país deve deixar a atual função seis meses antes da eleição, ou seja, até 5 de abril, exceto se for disputar a reeleição. O vice-governador e o vice-presidente que não substituíram o respectivo titular nos seis meses anteriores ao pleito e nem o sucederam, não precisam sair do cargo para participar das eleições deste ano.
Consulta pela internet
No portal do TSE está disponível a ferramenta por meio do qual é possível consultar os prazos mínimos de afastamento de determinados cargos públicos, que devem ser respeitados por quem pretende concorrer às eleições de outubro. O interessado deverá acessar o link Prazos de Desincompatibilização, na aba Jurisprudência, e fazer a pesquisa do cargo pretendido, com base na especificação do cargo ocupado atualmente.
As informações estão disponíveis aos candidatos, partidos políticos, população, meios de comunicação e por aqueles que buscam a homologação de suas candidaturas nas convenções partidárias, que devem ser realizadas no período de 10 a 30 de junho.
14 de fev. de 2014
Ovasco Resende se reúne com o presidente Nacional do PSB, Eduardo Campos
Líderes do PRP e PSB reunidos em Brasília
De acordo com o secretário-geral do PRP, Lelé Arantes, além do convite para apoiar a candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República, o partido também é assediado pelo PSDB para apoiar a candidatura do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, à Presidência.
"Recebemos convite para coligação em duas candidaturas, mas ainda estamos estudando a possibilidade de lançar candidatura própria.
Na hora certa, o PRP irá anunciar a sua decisão", afirma Lelé Arantes.
Fonte: http://www.prp.org.br/ Edição: E. Francisco PRP-RS.
POLÍTICA - 09/01/2014 Ana Amélia Lemos diz que candidato do PP a governador será definido em abril
Senadora abordou o atendimento a pacientes com câncer pelo SUS e saída de presos das cadeias
Em entrevista, senadora criticou fúria arrecadatória do governo e disse que governantes precisam dar mais atenção a voz das ruas.
A senadora Ana Amélia Lemos (PP), concedeu uma entrevista para a Rádio Liberdade AM na manhã desta quinta-feira (9), onde alegou que ainda não está definida a sua candidatura ao governo do Estado. Segundo ela, a decisão sobre quem irá concorrer ao cargo pelo partido será tomada somente no mês de Abril:
- Não posso falar em hipóteses, porque na hora que falar isso, estaria dando uma definição do partido. Claro que não deixo de registrar a minha satisfação pelo reconhecimento dos gaúchos que me mandaram para o senado. Quando as pesquisas me favorecem, eu atribuo isso a visão dos eleitores de que estou trabalhando adequadamente e correspondendo as expectativas – disse.
Durante a entrevista, a senadora falou sobre um projeto de sua autoria, que foi aprovado no Senado, na Câmara dos Deputados, e que entra em vigor em Abril. O projeto prevê a inclusão de quimioterapia oral nos planos de saúde para pacientes que tenham câncer. A medida, que foi aprovada sem vetos, deve beneficiar cerca de 1 milhão de brasileiros que possuem contratos com planos de saúde:
- A Agencia Nacional de Saúde(ANS) tomou a mesma decisão depois que meu projeto estava em andamento. Só que na ANS, ela tem valor temporário, enquanto uma lei tem poder definitivo – explica.
A progressista também foi relatora de um projeto que determina que, quando um paciente do Sistema Único de Saúde é diagnosticado com câncer, o tratamento pelos SUS deve começar em 60 dias:
- Como o SUS demora no atendimento e marcação da consulta acaba as vezes contribuindo para a impossibilidade de cura da doença.
Ana Amélia falou, também, sobre o projeto que desobriga o emplacamento de tratores. De autoria do deputado federal Alceu Moreira (PMDB-RS), o Projeto de Lei da Câmara 57/2013 estende aos veículos automotores utilizados na atividade agrícola as mesmas isenções de licenciamento anual e registro já concedidas aos veículos de uso bélico. Para ela, a imposição do emplacamento não se justifica, pois o número de acidentes com estes veículos é muito baixo:
- As máquinas ficam dentro das propriedades rurais, o índice de mortandade não é como nas zonas urbanas. Então para que exigir uma despesa adicional do agricultor, cuja a renda nem sempre é compatível com os gastos que ele tem. Penso que o governo tem que parar com essa fúria arrecadatória e pensar um pouco mais na criação de condições competitivas para os nossos agricultores, especialmente da agricultura familiar.
Situação da Emater e saídas temporárias dos presídios:
Sobre a atual situação da Emater, que corre o risco de fechar as portas devido a uma divida de R$ 2 bilhões com a previdência social, a senadora declarou que todo o patrimônio da instituição não é suficiente para cobrir a dívida, e classificou como desperdício o encerramento das atividades da instituição.
Já em relação as saídas temporárias de presidiários, ela declarou ser a favor do benefício concedido somente uma vez por ano e a réus primários. Em 2013, 73 apenados não retornaram as casas penitenciárias no Rio Grande do Sul:
- Nós temos que proteger a sociedade e dar ao preso o direito de ter apenas uma saída. Este projeto foi aprovado no senado e já está na câmara dos deputados.
Movimentos sociais:
Questionada sobre as manifestações que marcaram 2013, Ana Amélia disse:
- Eles disseram: deu-se prioridade a copa e se esqueceu de dar prioridade a saúde, a segurança pública e infra-estrutura. A prioridade talvez esteja equivocada e os governantes precisam dar mais atenção ao que as ruas estão dizendo – finalizou.
1 de nov. de 2013
PRP em Alvorada confraterniza com a comunidade
Em agosto deste ano o Partido Republicano Progressista (PRP)
chegou ao município de Alvorada. E para marcar o momento de renovação na política
local, a direção do partido confraternizou com a comunidade durante um jantar
realizado no último dia 26. Parte do dinheiro arrecadado com a venda dos ingressos
já tem destino certo: o Natal Solidário.
Entre filiados e simpatizantes, o Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Campeiros do Sul
recebeu aproximadamente 200 pessoas. Durante o jantar, o presidente do PRP em
Alvorada, o publicitário Enor da Silva, falou sobre a função de um partido político.
Segundo ele, “devemos colocar a necessidade coletiva em primeiro lugar, e dizer
não ao desejo de grupos ou indivíduos”.
Aproveitando a deixa, o presidente Regional da sigla,
Sergio Sparta, disse que “é preciso saber quem é quem para eleger o mais talentoso,
o honesto”. Para ele, essa consciência só é adquirida com informação e participação
política. Ainda, Sparta ressaltou que o PRP em Alvorada nasce forte, pois já
conta com a adesão de lideranças locais.
Após, o tom político da conversa cedeu espaço para a música
tradicionalista, ao som do Grupo Balanço Campeiro.
| Executiva do PRP em Alvorada, juntamente com o presidente Regional da sigla, Sergio Sparta (segundo à esquerda). |
| Vista geral do Centro de Tradições Gaúchas |
14 de out. de 2013
PRP em Pelotas tem nova Executiva
Durante almoço promovido no último domingo,
13, foi apresentada a nova Executiva do Partido Republicano Progressista (PRP)
em Pelotas. Na ocasião, presidente e vice, Noacir Vasconcellos e Ivan Vaz,
respectivamente, conversaram com filiados e simpatizantes da sigla. Ambos
falaram da vontade de transformar o PRP em força política atuante e respeitável
no município.
A Executiva Estadual do partido parabeniza e
deseja sucesso aos peerrepistas de Pelotas.
| Filiados e simpatizantes do PRP em Pelotas |
| Presentes aplaudem a nova Executiva do partido |
| Da esquerda para a direita: Noacir Vasconcellos (presidente), Ivan Vaz (vice), Christiane Medeiros (coordenadora do PRP/Mulher) e Enio dos Santos (tesoureiro) |
30 de set. de 2013
PRP/Passo Fundo comemora crescimento
Professor Facco*
A Comissão Provisória Municipal do Partido Republicano Progressista (PRP) de Passo Fundo comemora expressivo crescimento nos últimos meses. A sigla, que desde o mês de maio é presidida pelo ex-candidato a vereador Professor Ademilson Facco, antes disso, possuía apenas uma comissão provisória e 5 filiados. Ao encerrar o mês de setembro, o presidente contabiliza a filiação de aproximadamente 40 nomes. Segundo Professor Facco, o trabalho de filiação foi priorizado, para que o PRP tivesse um número de colaboradores razoável e de qualidade, visando às eleições gerais de 2014, onde o partido em Passo Fundo lançará candidaturas a deputado estadual e federal. Ainda segundo Facco, outros nomes devem juntar-se à sigla, já que o trabalho de filiação não possui prazo para encerrar. O PRP torna-se uma alternativa para aqueles que desejam uma boa política, praticada com respeito a coisa pública e decência.
*Presidente do PRP Passo Fundo
28 de set. de 2013
Lançamento do Partido Republicano Progressista em Alvorada
Sob a direção do publicitário Enor Francisco da Silva, o PRP
em Alvorada convida você e sua família a participar de um jantar de
confraternização no dia 26 de outubro, sábado, com início às 21h. O evento será
realizado no CTG Campeiros do Sul, Av. Maringá, 710, bairro Maringá, em
Alvorada.
Para o presidente estadual da sigla, Sergio Sparta, “é uma boa ocasião para difundir as ideias partidárias e nos fortalecermos como uma opção para os gaúchos”, disse, “devemos prestigiar os nossos novos peerrepistas”.
O cardápio será galeto, arroz e saladas de maionese e verde,
ao custo de R$ 20 individualmente e R$ 30 para casais. Crianças até seis anos não
pagam, e de sete a 14, R$ 10. Durante a noite haverá, também, a apresentação do
grupo tradicionalista Balanço Campeiro.
Adquira seu ingresso com:
Ruama – (51) 3447-2490 / 8506-9203 / ruama.correa.eti5@gmail.com
Enor – (51) 8943-2774 / 8497-2229 / prp44alvorada@gmail.com![]() |
| Diretoria do PRP em Alvorada |
24 de set. de 2013
PENSAMENTOS DO PAPA FRANCISCO*
Começa a circular a transcrição
de uma entrevista feita com o atual Papa quando ele era o então
cardeal Bergoglio, na Argentina. Na realidade foi uma emboscada
realizada pelo jornalista Chris Mathews da MSNBC, mas Bergolio
encurralou Mathews de tal forma que a entrevista nunca foi ao
ar, porque, ao perceber que seu plano havia falhado, Mathews arquivou
o vídeo.
Porém, um estudante de Notre Dame,
que prestava serviços sociais na MSNBC, apoderou-se dele e o deu
para seu professor.
O
DESTAQUE DA ENTREVISTA É A DISCUSSÃO SOBRE A POBREZA.
- A entrevista começou quando o
jornalista, tentando embaraçar o Cardeal, perguntou-lhe o que
ele pensava sobre a pobreza no mundo.
- O cardeal respondeu:
- Primeiro na Europa e agora nas
Américas, alguns políticos têm se dedicado a endividar as
pessoas, fazendo com que fiquem dependentes. E para quê? Para
aumentar o seu poder. Eles são grandes especialistas em criação de
pobreza e isso ninguém questiona. Eu me esforço para lutar contra
esta pobreza. A pobreza tornou-se algo natural e isso é ruim. Minha
tarefa é evitar o agravamento de tal condição. As ideologias
que produzem a pobreza devem ser denunciadas. A educação é a
grande solução para o problema. Devemos ensinar as pessoas como
salvar sua alma, mas ensinar-lhes também a evitar a pobreza e a não
permitir que o governo os conduza a esse estado lastimável.
Mathews ofendido pergunta:
Mathews ofendido pergunta:
- O senhor culpa o governo?
- Eu culpo os políticos que buscam
seus próprios interesses. Você e seus amigos são socialistas.
Vocês (socialistas) e suas políticas, são a causa de 70 anos
de miséria, e são culpados de levar muitos países à beira
do colapso. Vocês acreditam na redistribuição, que é uma das
razões para a pobreza. Vocês querem nacionalizar o universo
para poder controlar todas as atividades humanas. Vocês
destroem o incentivo do homem, até mesmo para cuidar de sua
família, o que é um crime contra a natureza e contra Deus. Esta
vossa ideologia cria mais pobres do que todas as empresas que
vocês classificam de diabólicas.
Replica Mathews:
- Eu nunca tinha ouvido nada parecido
de um cardeal.
- As pessoas dominadas pelos
socialistas precisam saber: não têm que ser pobres.
Ataca Mathews:
- E a América Latina? O senhor quer
negar o progresso conseguido?
- O império da dependência foi
criado na Venezuela por Hugo Chávez, com falsas promessas e
mentindo para que se ajoelhem diante de seu governo. Dando peixe ao
povo, sem lhes permitir pescar. Se na América Latina alguém aprende
a pescar é punido e seus peixes são confiscados pelos socialistas.
A liberdade é castigada. Você fala de progresso e eu falo de
pobreza. Temo pela América Latina. Toda a região está
controlada por um bloco de regimes socialistas, como Cuba,
Argentina, Equador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua. Quem
vai salvá-los (a América Latina) dessa tirania?
Acusa Mathews:
- O senhor é um capitalista
- Se pensarmos que o capital é
necessário para construir fábricas, escolas, hospitais,
igrejas, talvez eu seja capitalista. Você se opõe a este
raciocínio?
- Claro que não, mas o senhor não
acha que o capital é retirado do povo pelas corporações
abusivas?
- Não, eu acho que as pessoas,
através de suas escolhas econômicas, devem decidir que parte
do seu capital vai para esses projetos. O uso do capital deve
ser voluntário. Só quando os políticos se apropriam (confiscam)
esse capital para construir obras públicas e para alimentar a
burocracia é que surge um problema grave. O capital investido
voluntariamente é legítimo, mas o que é investido com base na
coerção é ilegítimo.
- Suas idéias são radicais, diz o
jornalista.
- Não. Há anos Khrushchev advertiu:
"Não devemos esperar que os americanos abracem o
comunismo, mas podemos ajudar os seus líderes com injeções de
socialismo, até que, ao acordar, eles percebam que abraçaram o
comunismo". Isto está acontecendo agora mesmo no antigo bastião
da liberdade. Como os EUA poderão salvar a América Latina, se
eles próprios se tornarem escravos de seu governo?
Mathews diz:
- Eu não consigo digerir (aceitar)
tal pensamento.
O cardeal respondeu:
- Você está muito irritado porque a
verdade pode ser dolorosa. Vocês (os socialistas) criaram o
estado de bem-estar que consiste apenas em atender às
necessidades dos pobres, pobres esses que foram criados por
vocês mesmos, com a vossa política. O estado interventor retira
da sociedade, a sua responsabilidade. Graças ao
estado assistencialista, as famílias deixam de cumprir seus
deveres para obterem o seu bem-estar, incluindo as igrejas. As
pessoas já não praticam mais a caridade e vêem os pobres como
um problema de governo. Para a igreja já não há pobres a ajudar,
porque foram empobrecidos permanentemente e agora são
propriedade dos políticos. E algo que me irrita profundamente,
é o fato dos meios de comunicação observar o problema sem
conseguir analisar o que o causa. O povo empobrece e logo em seguida,
vota em quem os afundou na pobreza.
*Entrevista atribuída ao Papa Francisco.
18 de set. de 2013
Por que PRP?¹
Ovasco Resende²
Um milhão e meio de eleitores deixaram suas casas em 7 de
outubro para votar em candidatos a vereador do PRP. Parece pouco, mas a votação
representa a lotação completa de 4.440 aviões Boeing 747-100. Chegamos a 2012
com 213 mil filiados. Precisaríamos de 600 aviões da mesma marca e modelo para
transportar nossos filiados. Isto é um patrimônio político-partidário invejável.
O PRP entende que toda família brasileira necessita de um
teto para se abrigar e viver: Que todo brasileiro tem direito a refeições dignas
diariamente; as crianças têm direito a escola gratuita de qualidade e os jovens
devem ter acesso aos cursos profissionalizantes e superiores. A família deve
ser amparada com boa rede de saúde pública, atendimento médico exemplar e assistência
social real e rápida. Nossos idosos necessitam de proteção e reconhecimento,
assim como os jovens precisam de empregos e renda para custear seus estudos e
iniciar uma vida familiar.
É nesse trabalho que o PRP acredita. Em pessoas que tem sede
de aprender, pessoas que querem vencer e fazer um trabalho diferente e prestar
serviços reais e verdadeiros à sua comunidade.
O PRP aposta em gente assim para engrossar suas fileiras. Queremos
como nossos filiados gente do povo, gente honesta, gente que ainda é capaz de
sonhar e lutar por um mundo melhor, por um País mais justo e mais perfeito.
O PRP quer uma nação republicana capaz de distribuir melhor
as rendas nacionais e garantir a todos o acesso aos bens materiais e imateriais
que formam a riqueza do nosso Brasil.
Venha para o PRP.
Estamos de braços abertos a te esperar.
¹ Texto veiculado pela Revista Republicana em dezembro de
2012.
² Presidente Nacional do Partido Republicano Progressista (PRP).
16 de set. de 2013
9 de set. de 2013
Carta endereçada pelo Clube Naval ao Presidente das Organizações Globo
Paulo Frederico Soriano Dobbin*
*Vice-Almirante (Ref-FN) - Presidente
No início de 1964 o Brasil estava à beira do abismo. Uma inflação galopante e um governo fraco, em sua maioria, composto de radicais de esquerda que estimulavam e instigavam a indisciplina nas Forças Armadas para, assim, tentar vergar sua coluna vertebral, sempre apoiada no binômio hierarquia e disciplina, pilares constitucionais de sua base organizacional.
Caminhávamos, celeremente para nos tornar uma república sindical.
Todo esse processo de deliberada instalação do caos no país, debilitando seu Poder Militar e as instituições civis, certamente se encontram nos arquivos desse jornal, como de toda a imprensa da época. São inúmeros os registros dos episódios protagonizados pelo governo e que antecedem a março de 1964, como a Revolta dos Sargentos de Brasília, a reunião do presidente da República com praças das Forças Armadas e Auxiliares no Automóvel Clube, a amotinação de cabos e marinheiros no Sindicato dos Metalúrgicos e muitos outros graves episódios.
Havia, sim, uma revolução em marcha. Aquela que, em pleno panorama bipolar e irracional “Leste-Oeste”, queria fazer triunfar, no Brasil, como já ocorrera em outros países, o regime do partido único, da única verdade, da imprensa única. Enfim, do obscurantismo, também único.
Em contrapartida a essa situação, nascida no seio da sociedade civil, também se pôs em marcha uma contrarrevolução, imediatamente apoiada pelos militares. Heroicamente comandada pelas mulheres brasileiras, a sociedade, aos milhares, fez-se às ruas em defesa da democracia.
Os homens de bem deste país não podiam ficar alheios ao clamor. Toda a grande Imprensa, a Igreja, a OAB, a ABI, políticos e outras significantes instituições aderiram, na primeira hora, ao contragolpe brasileiro.
Cumpre-me registrar, orgulhoso, que naqueles dias de mares encapelados, este clube foi sede da resistência, um quartel-general onde destemidos oficiais se uniram para manter erguida a bandeira da liberdade.
Tudo isso, senhor presidente, está fartamente documentado no novo sítio eletrônico dessa portentosa organização.
E, passado quase meio século daqueles dias, vem agora o jornal confessar que cometeu um erro. Essa nova postura editorial nos leva a refletir, perplexos, que a pena de Roberto Marinho deveria, pois, ter apoiado o estado de coisas de então. Inimaginável.
Trata-se, portanto, de um mea culpa decepcionante para a memória dos que acompanharam aqueles dramáticos episódios da vida nacional. Em vez de erro, seria mais aceitável assumir eventuais divergências com os rumos que o movimento de 64 tomou, segundo o entendimento do jornal.
Ledo engano acreditar que, assim procedendo, estão as Organizações Globo seguindo a vontade da Nação. Esta, por certo, nunca renegou seus valores morais e sua tradição cultural. Jamais correu atrás de grupos minoritários, escandalosamente estrepitosos e detentores de subfilosofias de alta rotatividade, sempre ao sabor dos eventuais donos do poder. Longe disso, a esmagadora maioria da sociedade deseja ordem, decência, prosperidade e coerência.
E é por isso, senhor Presidente, que as Forças Armadas da nação brasileira, cujo nascimento coincide com o alvorecer da própria Pátria, continuam, desde sempre, a liderar pesquisas de opinião sobre a credibilidade das instituições nacionais. Não têm do que se arrepender.
Sabemos ser possível mudar de nome, de nacionalidade, de clube, até de sexo.
Mas, é impossível mudar a História.
*Vice-Almirante (Ref-FN) - Presidente
6 de set. de 2013
EQUÍVOCO, UMA OVA!
Gen Div Clóvis Purper Bandeira*
Numa mudança de posição drástica, o jornal O Globo acaba de denunciar seu apoio histórico à Revolução de 1964. Alega, como justificativa para renegar sua posição de décadas, que se tratou de um “equívoco redacional”.
Dos grandes jornais existentes à época, o único sobrevivente carioca como mídia diária impressa é O Globo. Depositário de artigos que relatam a história da cidade, do país e do mundo por mais de oitenta anos, acaba de lançar um portal na Internet com todas as edições digitalizadas, o que facilita sobremaneira a pesquisa de sua visão da história.
Pouca gente tinha paciência e tempo para buscar nas coleções das bibliotecas, muitas vezes incompletas, os artigos do passado. Agora, porém, com a facilidade de poder pesquisar em casa ou no trabalho, por meio do portal eletrônico, muitos puderam ler o que foi publicado na década de 60 pelo jornalão, e por certo ficaram surpresos pelo apoio irrestrito e entusiasta que o mesmo prestou à derrubada do governo Goulart e aos governos dos militares. Nisso, aliás, era acompanhado pela grande maioria da população e dos órgãos de imprensa.
Pressionado pelo poder político e econômico do governo, sob a constante ameaça do “controle social da mídia” – no jargão politicamente correto que encobre as diversas tentativas petistas de censurar a imprensa – o periódico sucumbiu e renega, hoje, o que defendeu ardorosamente ontem.
Alega, assim, que sua posição naqueles dias difíceis foi resultado de um equívoco da redação, talvez desorientada pela rapidez dos acontecimentos e pela variedade de versões que corriam sobre a situação do país.
Dupla mentira: em primeiro lugar, o apoio ao Movimento de 64 ocorreu antes, durante e por muito tempo depois da deposição de Jango; em segundo lugar, não se trata de posição equivocada “da redação”, mas de posicionamento político firmemente defendido por seu proprietário, diretor e redator chefe, Roberto Marinho, como comprovam as edições da época; em segundo lugar, não foi, também, como fica insinuado, uma posição passageira revista depois de curto período de engano, pois dez anos depois da revolução, na edição de 31 de março de 1974, em editorial de primeira página, o jornal publica derramados elogios ao Movimento; e em 7 de abril de 1984, vinte anos passados, Roberto Marinho publicou editorial assinado, na primeira página, intitulado “Julgamento da Revolução”, cuja leitura não deixa dúvida sobre a adesão e firme participação do jornal nos acontecimentos de 1964 e nas décadas seguintes.
Declarar agora que se tratou de um “equívoco da redação” é mentira deslavada.
Equívoco, uma ova! Trata-se de revisionismo, adesismo e covardia do último grande jornal carioca.
Nossos pêsames aos leitores.
*Assessor da Presidência
5 de set. de 2013
PRP Nacional reúne presidentes estaduais
Eleições 2014 – O partido orientou suas estaduais a
priorizarem a candidatura para Câmara Federal.
Alterações estatutárias – Aprovadas pelo Tribunal Superior
Eleitoral, as alterações tratam, entre outros aspectos, da fidelidade partidária,
que visa coibir o uso indevido da legenda e evita que o PRP torne-se mais um “partido
de aluguel”.
| Presidente Sergio Sparta fala sobre a condução do PRP no Rio Grande do Sul |
2 de set. de 2013
Voto secreto, indiferença explícita, por Clei Moraes*
Estou me lixando para a opinião pública. Não por acaso, o parlamentar gaúcho que talhou essa máxima nos anais da Câmara dos Deputados foi o mesmo a articular em plenário a manutenção do mandato do deputado presidiário.
Na última quarta, em uma decisão contrária à expectativa dessa mesma opinião pública, com votação secreta, frise-se, os deputados mantiveram as prerrogativas de mandato de um de seus pares, Natan Donadon, condenado em última instância pelo Supremo Tribunal Federal e preso no complexo da Papuda, no Distrito Federal.
A “absolvição”, independentemente de ausências, abstenções e representações oficiais da Casa, abre precedente para que os já condenados mensaleiros tenham mantidos seus mandatos se a decisão, mais uma vez, couber ao plenário.
Nesse tipo de situação, o grande vilão é o voto secreto, defendido por alguns com o argumento de não serem influenciados em seus posicionamentos ou para que não haja retaliações e influências externas à integridade de sua representatividade.
A pergunta que fica é: como votou o parlamentar que eu elegi? Não se sabe, a votação é feita com base em uma regra constitucional que determina que esse voto seja feito de maneira secreta.
No Brasil, o voto secreto surgiu para coibir a compra de votos dos eleitores, também para impedir o “voto a cabresto” e os currais eleitorais dos chamados coronéis, que obrigavam eleitores a votar em candidatos de sua preferência política, pois aqueles detinham, além do poder opressor de variada espécie, também o poder econômico.
Dadas as devidas origens dos fatos, surge outro questionamento: quem são os coronéis de hoje em dia? Também não se sabe. Por mais diversos interesses, há algumas curiosidades renitentes quando as votações passam de nominais a secretas.
A mais explícita é: quem votou em defesa do condenado? E mais: onde estavam e o que faziam os parlamentares que se abstiveram ou se ausentaram, já que deveriam estar votando? Nesse caso, havia algo mais importante em andamento que a cassação de um colega?
Não só nos gastos e salários deve haver transparência, se faz necessária também no “fio de bigode” e nas relações políticas entre poderes e sociedade. É condição de quem elege saber como vota o eleito para que sua representatividade seja autêntica.
Do contrário, antes que se volte às ruas, a democracia direta terá que fazer parte de nosso cotidiano. A Câmara dos Deputados deve cumprir seu papel e aprovar uma das propostas pelo fim do voto secreto que já tramitam na Casa.
ZERO HORA - Porto Alegre, 30 de agosto de 2013.
16 de ago. de 2013
Política também vem de berço
Por Cristian Rogers S. Dequi *
“Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe, porque serão como diadema gracioso em tua cabeça, e colares ao teu pescoço.” (Provérbios 1, 8-9)
Como vivemos num Estado Democrático de Direito e pretendemos assegurar sua manutenção e legitimidade, a melhor analogia para que compreendamos a Política é a relação familiar, pois os pais quando ensinam o filho a ser uma pessoa de bem, preparam um cidadão. Política e educação, portanto, “vêm de berço” e se estendem por toda a vida. Não há, pois, como ficarmos de fora da Política: onde pessoas se reúnem, lá haverá Política. Tudo o que fazemos, mesmo no âmbito privado e religioso, está compreendido em uma esfera mais ampla de convívio: a Sociedade. Em virtude disso os pais precisam educar seus filhos a agirem dentro dos fundamentos das leis positivas e morais, a fim de que os arroubos de liberdade não contradigam a Liberdade e o valor à vida.
Ora, como a Educação, a Política vem de berço, porque cada pessoa desempenha um papel na Sociedade e em prol desta. O mérito de cada cidadão não está na sua profissão, mas no ímpeto de desenvolver, com suas capacidades físicas e intelectuais, o bem comum. Assim, o presidente, os parlamentares, os demais políticos, os ministros do Judiciário e todos os demais cidadãos, como o pedreiro, constroem este país, cada qual com seus dons e recursos.
No lar, desenvolvemos nossa capacidade de conviver com as divergências, diferenças e limitações – nossas e das demais pessoas. Aos pais, portanto, recai o ônus (e o bônus) de educar os seus filhos no correto agir do cidadão - fundamentado no Amor - que não omite o ensino dos valores imprescindíveis para o bom convívio político, sem discriminações de quaisquer naturezas.
Quando os pais conseguem harmonizar o poder Pátrio e Familiar com o Judiciário dos Filhos, então podemos afirmar que este Estado Familiar é legítimo e profícuo. Decorre disso, que os filhos, mesmo após se emanciparem dos pais, serão novas Unidades Federativas. Todo lar deve, pois, promover o diálogo, como o Parlamento, e possibilitar a análise de Projetos de Lei e Propostas de Emendas Constitucionais, que visem o bem da Família.
A igualdade entre as pessoas não elimina o respeito à autoridade do Pátrio Poder, da Família e do Estado, pelo contrário: é a concepção de que somos iguais ante às Leis e à Família, que dão legitimidade ao Estado. Portanto, que esses valores e práticas nos sirvam como Tradição ou nenhuma família poderá considerar-se “tradicional” e “politizada”.
* Presidente da Municipal do PRP de Esteio, Filósofo e Editor do Jornal do e-Leitor
13 de ago. de 2013
Reunião com as Municipais
No último sábado, dia 10 de agosto, as Municipais do
PRP/RS, atendendo a convocação da Estadual, reuniram-se em Porto Alegre para
receber as diretrizes Eleições 2014/16:
- expandir o Partido, no mínimo, a quarenta municípios;
- priorizar a disputa eleitoral sem coligação
nas proporcionais;
- lançar um candidato a deputado (estadual ou
federal) por município;
- ampliar o PRP/Mulher e o PRP/Jovem.
Após as orientações o presidente do PRP/RS, Sérgio Sparta, apresentou as novas Municipais e os novos presidentes:
- Alvorada (presidente Enor da Silva);
- Esteio (presidente Cristian Dequi);
- Tramandaí (presidente Elizon Costa);
- Presidente Ademilson Facco da Municipal de Passo
Fundo;
- Presidente Moacir Vasconcellos da Municipal
de Pelotas.
A seguir a palavra foi aberta aos presentes, que se manifestaram sobre a situação política atual e do PRP e condicionantes para as Eleições 2014/16. Após três horas de reunião os participantes retornaram as suas cidades, esperançosos no sucesso peerrepista em 2014.
| Vasconcellos, presidente da Municipal de Pelotas |
| Presentes à reunião |
| Presentes à reunião |
| Ademilson, presidente da Municipal de Passo Fundo |
| Simpatizante Marione expõe seu ponto de vista |
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